....uma investigação que transita entre o corpo, a rua, o movimento, a fotografia, o vídeo, a escrita e outros lugares. que transita entre Nelson, Amaranta e Berba e muitas outras pessoas. A princípio a proposta de estar na rua, em deslocamento, Amaranta, Nelson e máquina de fotografar/filmar. Como partir de uma proposta sem fechar seus espaços? Como ouvir o que cada percurso nos propunha?
Abre-se uma outra via: o fazer junto. Ações coletivas. O que se abre ao estar numa ação com outras pessoas? O corpo do projeto expande-se, uma nova organização: amaranta, nelson e berba, investigando corpo-espaço-imagens. Em maio: Berba, Juliana, Alex, Priscila numa tarde a fazer cadernos. Sofia e Nelson a dançarem na praça. Elsa, Antonio, Ricardo, Jorge, Célia, Paula, Margarida, Nelson, Rui, Francisco, Eduardo num percurso do centro de paralisia à baixa a filmar e fotografar.
O que nasce de cada experiência- encontro? E ao nascer, o que continua?
Na escolha de comunicar através de uma “instalação” o COMO criar relações entre espaço/ fotografia/ vídeo/ pessoas/som têm sido uma pergunta importante.
Propomos um passeio....
Passeio por um tempo de ver e que parece ser também um escutar, sentir, estar no e com o espaço (percebendo espaço como fotografias, objetos, sons, texturas, desenhos, eu, você, presenças e ausências).
E deixamos algumas perguntas para feedback...
A sensação da sombra da tricicleta que acessa Berba em seu corpo está no ar? A trepidação do contato da cadeira de rodas com o chão da baixa de Lisboa? A textura de uma tarde de amaranta e nelson no studio?
Na comunicação chegamos a transportar as memórias que são nosso corpo para o espaço? Esse espaço se desdobra no encontro com outras presenças? E as presenças, se desdobram no encontro com esse espaço?
Como move-se hoje o corpo ao ver?
Junho’26 no c.e.m
Há 1 semana